No total, 200 atletas irão arregaçar as mangas e entrar na ‘briga’ pelo título da competição que tem como objetivo não somente disseminar o esporte, mas tambem lutar contra a homofobia.
Foto: Antônio Lima/ Sejel

Uma das mais tradicionais competições de vôlei do Amazonas, o Grand Prix LGBT, chega a sua sétima edição este ano e inicia neste sábado, dia 08, com muitas novidades, que vão encher os olhos do público. O evento recebe apoio do Governo do Amazonas, via Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).

No sábado, a cerimônia de abertura começa às 19h, no Rio Negro Clube, localizado na Av. Epaminondas, 570 – Centro. Logo após, às 20h, é hora das braçadas fortes iniciarem com o jogo entre Cuba x Suécia e às 21h entra em quadra França x Brasil. A entrada é R$5. Vale ressaltar, que o primeiro jogo deve mexer com a estrutura dos jogadores e público em geral, uma vez que o time de Cuba é o mais experiente da turma, anotando 25 anos de fundação, enquanto que a Suécia é uma das caçulas, com dois anos de existência.

“Estamos felizes de mais uma vez realizar o Grand Prix e todo ano esperamos ansiosos essa competição maravilhosa, que reúne ótimos jogadores e times, mas que eleva a quebra do preconceito contra a classe LGBT. É o esporte sendo espelho para todas as esferas e para começar com tudo, temos um jogão pela frente, que é entre Cuba x Suécia. Antes mesmo dessa competição existir, a equipe de Cuba já se organizava e ganhava espaço e são respeitados pela história e caminho que vem trilhando. Tenho certeza que será uma abertura maravilhosa”, destacou o presidente do evento, Daniel Coelho.

Participam este ano do Grand Prix um total de 18 times, sendo: Austrália, Brasil, Canadá, França, Itália, Portugal, República Dominicana, República Tcheca, Tailândia, Estados Unidos, Cuba, Suécia, Jamaica, Nigéria, Sérvia, Catar, Espanha, e África do Sul. Desses, quatro times são estreantes e vão tentar desbancar as mais temidas: Nigéria, única bicampeã, e a atual campeã, Brasil.

Uma das principais novidades este ano da competição é que a partir das quartas de final, pela primeira vez, o evento será disputado na Arena Amadeu Teixeira, que fica na Loris Cordovil, local que já foi palco de um dos principais eventos brasileiro da modalidade, a Superliga Feminina.

“Este ano estamos com novas equipes, como o Canadá, Tailândia, Jamaica e África do Sul, e isso traz mais competitividade para o Grand Prix. Os times estão treinando, se dedicando e tanto as equipes novas, como as mais antigas, vão dar tudo de si para conquistar o título. Além disso, estamos felizes, pois conseguimos conquistar um novo local para as nossas disputas, a partir de setembro, que é a Arena Amadeu Teixeira. Esse local vai valorizar as disputas, vai trazer mais gente para assistir e para a gente é uma oportunidade única. Não poderíamos ter uma melhor edição”, destacou Daniel.


Com informações da Assessoria.

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