Presidente pediu a chefes militares do país que utilizem todos os meios possíveis para encontrar o ARA San Juan.
Foto: © REUTERS/Marcos Brindicci

Esta quarta-feira (22) é um dia dramático para os parentes dos 44 tripulantes do submarino argentino. A previsão é de que o oxigênio ARA San Juan pode acabar nas próximas horas - se ele não tiver subido à superfície para renovar o suprimento de ar.

Em reunião extraordinária, nesta terça-feira (21), o presidente Mauricio Macri pediu aos principais chefes militares do país que utilizem todos os meios possíveis para encontrar o ARA San Juan.

O submarino está desaparecido no Atlântico desde o último dia 15. O último contato do San Juan com a Marinha da Argentina horas antes do sumiço, quando o capitão reportou falha na bateria do sistema. Ele e os outros 43 tripulantes estavam, então, submersos na costa Sul do país.

As informações são de que as buscas estão sendo realizadas em uma área duas vezes maor do que a capital do país, Buenos Aires. Dez países, inclusive o Brasil, auiliam a Argetina nas buscas. Fabricado na Alemanha, o San Juan tem 65 metros de comprimento, sete de largura e é um dos três maiores submarinos do país.

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